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O começo do juízo no céu

O tempo determinado a verdade com toda a sua clareza seria apresentada ao povo novamente. A profecia de Daniel 12:12 diz que seria feliz quem vivesse nesse tempo. Falamos que a alegria foi num crescendo à medida que a reforma religiosa se espalhava. A profecia afirmava que “bem-aventurado o que chega a 1335 dias” (Daniel 12:12). Se nós somarmos 508 (que é a data que marca a ascendência do bispo de Roma como o líder incontestável) a 1.335 anos nós chegaremos ao ano de 1843.

Nessa época, como conseqüência de ruptura de Lutero com a Igreja de Roma, surgiram muitas correntes religiosas, todas tendo como base a Bíblia e defendendo liberdade para todas as pessoas. Todas estas Igrejas se alegravam por terem seus templos, poderem se reunir no dia e hora que achavam mais convenientes; poderem discordar de Roma, sem correr o risco de morte. Vibravam por possuíram a Bíblia como regra de fé.

Os cristãos se alegravam em crer que Jesus é o único Mediador entre Deus e os homens e que é o Único que pode perdoar pecados. Mas não eram somente estas duas verdades que precisavam ser ensinadas ao povo novamente. Já era um bom começo, porém apenas o início, eles precisavam avançar no conhecimento das verdades da Bíblia Sagrada.

A profecia de Daniel 8:14 diz que após 2.300 tardes e manhãs e o santuário seria purificado. Já tivemos o privilégio de estudar sobre esse assunto e, hoje, veremos o que aconteceu depois desse período profético.

Há um conceito que preciso lembrá-lo novamente. A Bíblia tem que ser a sua própria interprete. Por isso precisamos dar uma olhada no sistema de adoração dos judeus para entendermos bem esta profecia. “Segundo o Mishná, que é a coleção de escritos judeus, o juízo de Israel começava no primeiro dia do sétimo mês, com a festa das trombetas, e terminava no décimo dia, com a cerimônia de expiação. Até hoje é denominado ‘Yom Kippur’, que significa, literalmente, ‘dia do Juízo’”.

Nesse dia cada israelita renovava sua consagração a Deus e confirmava seu arrependimento, ficando, assim perdoado e limpo (Levítico 16:30). Também nessa ocasião o Sumo Sacerdote de Israel efetuava a limpeza ou purificação do Santuário, com sacrifícios de animais. Note o que a Bíblia diz sobre este assunto: “Era necessário, portanto, que as figuras das coisas que se acham nos céus se purificassem com tais sacrifícios; mas as próprias coisas celestiais, com sacrifícios a eles superiores. Porque Cristo não entrou em santuário feito por mãos, figura do verdadeiro, porém, no mesmo céu, para comparecer, agora, por nós, diante de Deus” (Hebreus 9:23-24).

Temos o desafio de neste programa entendermos o que significa a purificação do santuário e que santuário será este. “Esta profecia não pode se referir à purificação do santuário de Israel, porque essa purificação era realizada a cada ano. Aqui está se falando, necessariamente, da purificação do santuário nos céus (Hebreus 9:25-26). Isto quer dizer que se descobrirmos quando termina essa profecia, teremos descoberto o dia da purificação do santuário celestial, ou seja o dia do juízo dos seres humanos”.

Já sabemos quando a profecia começou e só precisamos de um pequeno exercício para sabermos quando termina e, como conseqüência, quando o santuário celestial seria purificado. A profecia das 2300 tardes e manhãs começou em 457 AC e terminou em 1844. Já vimos que a purificação do santuário não é o terrestre, mas sim o celestial. Vimos também que o dia da purificação do santuário terrestre era um dia de juízo para os Judeus. Portanto, a partir de 1844 o mundo passou a ser julgado.

Mas quem seria responsável por comunicar esta verdade? Como disse anteriormente, surgiram muitas igrejas cristãs, que defendiam a Bíblia, a salvação em Cristo. Porém, para esse momento João no Apocalipse, menciona “um anjo (mensageiros humanos), voando pelo meio do céu, tendo um evangelho eterno para pregar aos que se assentam na terra, e a toda nação, tribo, língua, e povo, dizendo em grande voz: temei a Deus e dai-lhe glória, pois é chegada a hora do seu juízo”. (Apocalipse 14:7-8).

Enquanto no céu se instalava o juízo, aqui na terra, um cristão chamado Guilherme Miller, criado na Igreja Batista, começou a estudar a Bíblia. Quanto mais se aprofundava, mais se convencia de que existiam outras verdades na Bíblia para serem ensinadas e que nenhuma igreja estava dando importância.

Miller começou um estudo sistemático da Bíblia. Descobriu a profecia de Daniel 8:14 e após alguma resistência começou a pregar a volta de Jesus que, segundo ele, deveria acontecer entre 1843 e 1844.

E assim a mensagem do juízo se espalhou pelo mundo afora, com muitos outros pregadores, das mais diferentes religiões. Miller e uma grande multidão esperaram a volta de Cristo para 22 de outubro de 1844. Porém, Cristo não veio. Dessa grande multidão sobraram bem poucos que foram ver onde tinham errado e descobriram que a purificação do santuário não seria na Terra e sim no céu. Dia e noite, este pequeno grupo, chamado de adventistas, buscava mais luz da palavra de Deus e aos poucos novas verdades foram sendo descobertas. Entre elas o cuidado com a saúde, a mortalidade da alma e o sábado como dia de repouso.

Amigo ouvinte, quero lhe fazer um convite: Deus precisa de mais pessoas para voarem pelo meio do céu contando que vivemos num tempo de Juízo e que em breve Jesus retornará a esta terra. Tome a decisão de ser um mensageiro dEle, um restaurador de verdades da palavra de Deus. E creia nEle e nos profetas dEle.

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