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Fome e violência

O que aqueles homens queriam saber? Almejavam saber quando Jerusalém seria destruída e também a data da implantação do reino do Messias. Eles haviam presenciado a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, viram Jesus usar de Sua autoridade, quando expulsou os cambistas do templo. Também ficaram sabendo da destruição do próprio templo.

Em outras palavras, eles estavam pedindo para Jesus que, por favor, os ajudasse a entender o que estava acontecendo e o que iria acontecer. Jesus, então, começa a responder, citando coisas que iriam ocorrer na época deles e outras no futuro, no tempo do fim.
A profecia que vamos dedicar a atenção neste momento diz o seguinte: “Porquanto se levantará nação contra nação, reino contra reino, e haverá fomes, e pestes, e terremotos, em vários lugares. Mas todas estas coisas são o princípio das dores” (Mateus 24:7-8).
Jesus então passa a abrir as cortinas do tempo e revela detalhes do futuro não somente para o povo judeu como toda a humanidade. Parte da violência tomaria conta das nações. Uma nação se levantando contra a outra.

Qualquer listagem ou estatística de violência que eu apresentar aqui ficará velha e ultrapassada em poucos dias. São guerras sangrentas, conflitos entre civis, revoluções, deposição de poderosos, assassinatos em massa, genocídios e uma lista interminável de homicídios contra crianças, mulheres e outros inocentes.

Jesus falou sobre um dos grandes flagelos da humanidade, que seria a fome. Destacando o problema da fome, o doutor Ralph Phillips, calculou que se todos os habitantes do mundo sentassem a uma mesa para comer, sendo reservado para cada um sessenta centímetros de comprimento da mesa, em ambos os lados, seria necessário, para os bilhões de habitantes do nosso planeta, uma mesa que desse mais de cinqüenta e quatro voltas na Terra. Além do mais, esta mesa teria de ser aumentada a cada dia setenta e dois quilômetros.

Usando essa ilustração do Dr. Ralph, com toda a certeza, nós veríamos milhões de pratos vazios. Milhares não terão nada para comer no dia de hoje e nenhuma perspectiva para o futuro.

Em contrapartida, Jesus profetizou sobre as guerras. Quanto se gasta para produzir uma guerra?Magda Machale, pedagoga norte-americana, em uma de suas palestras, revelou que “um porta-aviões equivale, em termos de recursos financeiros a 12 mil escolas. Um míssil custa o mesmo que 40 milhões de almoços escolares. Um avião naval tem o mesmo valor de 285 apartamentos médios em Nova York. Um bombardeiro aéreo, equipado com todos os seus armamentos ocupa recursos financeiros suficientes para adquirir 250 milhões de cadeiras escolares, ou montar 35 universidades, ou 75 hospitais de 100 leitos ou comprar 100 mil tratores ou 15 mil colheitadeiras” (Alegria de servir pg.67).

Infelizmente os lideres mundiais trocaram as suas prioridades. Gastam grandes fortunas em armas e dizem que não há dinheiro para alimentar uma multidão de miseráveis que perece de fome juntamente com seus familiares.

Amigo ouvinte, a hora chegou, não podemos ser cumpridores desta triste profecia. É hora de fazer uma análise profunda de suas convicções pessoais. É hora de avaliar como você vê o mundo e os que nele habitam. Não veja este planeta como um lugar onde cada um tem que se armar mais do que os outros. Não seja um promotor da guerra ou de conflitos. Seja um defensor da paz em todos os lugares e circunstâncias.

É tempo dos lideres deixarem de investir na guerra e nos interesses escusos e promoverem, verdadeiramente, a paz e o bem estar da humanidade. É tempo de os homens construírem escolas ao invés de porta-aviões. É tempo de distribuir alimentos aos famintos, ao invés de fabricar mísseis. É tempo de oferecer uma boa assistência médica e distribuir medicamentos, ao invés de equipar bombardeios aéreos e submarinos atômicos.

A profecia de Mateus 24:7 e 8, feita em torno de ano 30 d.C., foi cumprida nos dias do povo judeu. Roma levantou-se contra Jerusalém e no ano 70 Tito, atacou com o seu exército e destruiu a cidade de Jerusalém.

Como vimos no último programa, foi uma verdadeira tragédia. Antes da espada matar muita gente, a fome matou primeiro. Milhares de pessoas foram mortas de fome ou pela guerra. Diz o historiador Josefo que “no cerco e morticínio que se seguiram, pereceram mais de um milhão de pessoas”.

Amigo ouvinte, a profecia de Cristo demorou poucos anos para se cumprir no primeiro século. Hoje, vemos ela se cumprindo diariamente nesse tempo que antecede o retorno do Salvador. Isso confirma que a esperança se tornará realidade, que a dor, a morte e a tristeza findarão para sempre e um novo tempo vai começar.

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