Quem são os 144 mil?

O perfil profético dos 144 mil e o significado dessa mensagem para os tempos de hoje. Os “144 mil” são o povo remanescente que aguarda a volta de Jesus e resiste aos últimos dias.
O objetivo deste breve artigo é apresentar características dos “144 mil” e mencionar como podemos fazer parte desse grupo citado no Apocalipse, o último livro da Bíblia.[1]
Os “144 mil” são servos de Deus que subsistirão na crise final. No dia da ira do Cordeiro, os ímpios perguntarão: “Porque chegou o grande Dia da ira deles, e quem poderá subsistir?” (Apocalipse 6:17).[2] A resposta profética é imediata.
“Depois disso, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, segurando os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma. Vi outro anjo que subia do nascente do sol, tendo o selo do Deus vivo. Ele gritou com voz bem forte aos quatro anjos, aqueles que tinham recebido poder para causar dano à terra e ao mar, dizendo: — Não danifiquem nem a terra, nem o mar, nem as árvores, até marcarmos com um selo a testa dos servos do nosso Deus. Então ouvi o número dos que foram marcados com selo. Eram cento e quarenta e quatro mil de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apocalipse 7:1-4).
Os quatro ventos e a contenção divina no tempo do fim
Os ventos simbolizam forças destrutivas (Daniel 7:2; Jeremias 51:1) e, ao mencionar os “quatro ventos da terra”, o texto indica a abrangência universal da grande tribulação (Apocalipse 7:14). Devido à impiedade humana, “o refreador Espírito de Deus está agora mesmo sendo retirado da Terra.”[3] Satanás, então, intensifica suas ações de conflito e destruições (Jó 1:6-18; Marcos 5:13; 1 Pedro 5:8; Apocalipse 12:12).
Por “toda parte e sob milhares de formas, Satanás está exercendo o seu poder.”[4] Mas Deus conterá seu poder destruidor até os “144 mil” serem selados. Deus os protegerá das pragas, preparadas para os que terão a “marca da besta” e adorarão “a sua imagem” (Apocalipse 7:1-4, 9-14; 16:2).
O Israel espiritual e a simbologia das doze tribos
O grupo dos “144 mil” representa o Israel espiritual e multiétnico de Deus. O Apocalipse apresenta o número dividido em doze mil por tribo, mas interpretá-lo de forma literal é incoerente, pois João não fala do Israel nacional, e sim do Israel messiânico. A lista das tribos é teológica e não histórica.[5] As dez tribos do norte foram miscigenadas no cativeiro assírio (2 Reis 17:6-23). E “com a destruição de Jerusalém no ano 70 de nossa era, as duas tribos restantes, Judá e Benjamim, foram dispersas por todo Império Romano. Como resultado, o judaísmo atual não é composto das doze tribos originais.”[6]
A rejeição e morte de Cristo pelos líderes do Israel nacional (João 1:11; 19:6, 12,15; Daniel 9:26, 27)[7] significou que “apartara-se a nação judaica da teocracia”.[8] Como resultado, “Cristo transferiu o reino de Deus do Israel nacional para o Israel messiânico. Ele fez de sua Igreja uma cristocracia”[9] (Mateus 8:10-12). Assim, “a igreja do Novo Testamento é chamada de 12 tribos de Israel” (Tiago 1:1), e Paulo chama os cristãos fiéis de “Israel de Deus” (Gálatas 6:16). Os “144 mil” são homens e mulheres “comprados dentre todos os seres humanos” (Apocalipse 14:4).
Deus ama profundamente o povo judeu e condena qualquer forma de antissemitismo (João 3:16; Lucas 23:34; Romanos 1:16; 2:9-11; 11:1,2,23). Todos necessitamos igualmente da salvação por meio de ligação viva com Cristo (João 14:6; 15:1,5; Atos 4:12). Por isso, devemos orar pelo derramamento do Espírito Santo e estender a graça aos judeus, lembrando que o evangelho continua sendo uma bênção “primeiro do judeu” (Romanos 1:16). “Então a experiência do primeiro Pentecostes será repetida numa escala universal e milhares de judeus retornarão para o Messias.”[10]
O significado simbólico do número 144 mil
Em Apocalipse 7 aparecem os “144 mil” e a “grande multidão”. A chave para entender sua relação está no recurso literário “ouvi versus vi” (Apocalipse 1:10-13; 5:5-6; 21:9-10).[11] “Então ouvi o número dos que foram marcados com selo. Eram cento e quarenta e quatro mil, de todas as tribos dos filhos de Israel” (Apocalipse 7:4).
“Depois destas coisas, vi, e eis grande multidão que ninguém podia contar, de todas as nações, tribos, povos e línguas, em pé diante do trono e diante do Cordeiro, vestidos de vestes brancas, com ramos de palmeira nas mãos” (Apocalipse 7:9). Os “144 mil e a grande multidão são o mesmo grupo do povo de Deus em papéis e circunstâncias diferentes.”[12] Primeiro, “os 144 mil são retratados como o povo militante de Deus, o verdadeiro Israel dividido em doze tribos e organizado em unidades militares que seguem o padrão do exército israelita do Antigo Testamento.”[13] Logo, o mesmo grupo é retratado como a Igreja triunfante, em uma “inumerável multidão” vitoriosa que “vêm da grande tribulação” (Apocalipse 7:14; cap. 15, 16; Daniel 12:1).
“O número 144 mil é simbólico da vastidão da inumerável multidão.”[14] “Os 144 mil são a plenitude da igreja militante de Deus no tempo do fim:12x12x1000. Esse número nos faz lembrar as 12 tribos de Israel e os 12 apóstolos do Cordeiro (Apocalipse 21:12, 14). O número mil pode apontar para uma unidade militar no antigo Israel (Números 31:4-6).”[15] Os “144 mil” estão preparados e arregimentados para a grande tribulação. Eles vencerão, porque estão com o Cordeiro, que é Senhor dos senhores e o Rei dos reis (Apocalipse 14:1; 17:14; Daniel 12:1).
Características espirituais da última geração
Eles constituem a última geração viva do povo fiel de Deus.[16] Os “144 mil” não reclamam perfeccionismo ou natureza impecável. Eles devem sua salvação unicamente a Deus e ao Cordeiro (Apocalipse 7:9, 10). “Quando o capítulo 14:5 diz que eles são “irrepreensíveis”[17], é porque “eles estão vencendo, e não sendo vencidos… eles estão selados e imaculados por meio dos méritos do Cordeiro (Apocalipse 7:14).”[18] Esses fiéis não praticam “atos voluntários de rebelião contra Deus. Todavia, eles não perdem sua natureza pecaminosa e corruptível até que sejam revestidos de incorruptibilidade no segundo advento (1 Coríntios 15:53).”[19]
São chamados de “virgens” por não terem se contaminado com a “fornicação” espiritual de adorar a besta, Babilônia e suas filhas (Apocalipse 14:4,8; 17:1-8; 18:4).”[20] Sua singularidade não é maior santidade que os santos de outras épocas. “Exercer fé sob a mais extrema pressão é a experiência singular da geração final”[21] (Apocalipse 7:14; capítulos 13; 15 e 16). Em relação ao mundo, os “144 mil” são as primícias redimidas da humanidade (Apocalipse 14:5). Em relação aos fiéis ressuscitados, são as primícias vivas a serem trasladadas.[22] “Estes, tendo sido trasladados da Terra, dentre os vivos, são tidos como as primícias para Deus e para o Cordeiro” (Apocalipse 15:3).[23]
O grupo “144 mil” são os “restantes”, “remanescentes” da mulher que manterão o “testemunho de Jesus” (Apocalipse 12:17).[24] “Obviamente, o remanescente (isto é, os santos que não recebem a marca da besta nem adoram a besta e a sua imagem) e os 144 mil pertencem ao mesmo grupo.”[25] Já o testemunho de Jesus é a manifestação do dom de profecia no povo remanescente (Apocalipse19:10; 22:8, 9). Os “144 mil” são conservos dos santos profetas e dos santos anjos, pois adoram somente a Deus.[26]
A propósito: “Os Adventistas do Sétimo Dia aceitam a Bíblia como seu único credo”.[27] “As Escrituras Sagradas são a revelação infalível, suprema e repleta de autoridade de Sua vontade” (Salmo 119:105; Provérbios 30:5; Isaías 8:20; João 17:17; 1 Tessalonicenses 2:13; 2 Timóteo 3:16, 17; Hebreus 4:12; 2 Pedro 1:20, 21).” [28] Mas, para não haver desculpas, Deus manifestou o dom de profecia no povo remanescente, com o objetivo de levar os negligentes de volta à Bíblia.
“Pouca atenção é dada à Bíblia, e o Senhor deu uma luz menor para guiar homens e mulheres à luz maior. Oh! quanto bem poderia ser feito se os livros que contêm esta luz fossem lidos com a resolução de se executarem os princípios que eles contêm! Haveria uma vigilância mil vezes maior, um esforço abnegado e resoluto mil vezes maior.”[29]
Os “144 mil” guardam “os mandamentos de Deus e a fé em Jesus” (Apocalipse 14:12). “A Igreja universal se compõe de todos os que verdadeiramente creem em Cristo; mas nos últimos dias, um tempo de ampla apostasia, um remanescente tem sido chamado para guardar os mandamentos de Deus e a fé de Jesus”.[30] As palavras τὴν πίστιν Ἰησοῦ em Apocalipse 14:12 podem ser traduzidas tanto por “fé em Jesus” como “fé de Jesus”.[31]
Logo, assim como Jesus, os “144 mil” guardam os mandamentos divinos com inabalável confiança em Deus e na autoridade da Bíblia (Salmo 40:7, 8; Mateus 5:17-28; João 15:10; 17:17). Sua obediência à Lei de Deus é fruto da fé em Jesus, pois estão vestidos com as “vestes brancas” da justiça de Cristo, e “seguem o Cordeiro” (Apocalipse 14:12; 7:9,10,14; 14:4). A Lei dos Dez Mandamentos representa as palavras da aliança escritas pelo dedo de Deus em tábuas de pedra (Êxodo 31:18; Deuteronômio 4:13; Apocalipse 11:19).[32] A expressão “dedo de Deus” é referência ao Espírito Santo (ver Lucas 11:20; Mateus 12:28). Na nova aliança, o dedo do Espírito escreve a mesma Lei “na mente e coração” dos que amam a Deus (Hebreus 10:16).
O selo de Deus na fronte e seu significado
Os “144 mil” receberão em suas frontes um selo invisível com o nome de Deus e do Cordeiro (Apocalipse 7:2, 3; 14:1). O Novo Testamento fala do selamento do Espírito Santo (2 Coríntios 1:22; Efésios 1:13-14; 4:30). Mas, “baseado no contexto é óbvio que o selamento de Apocalipse 7:3 lida com o selo escatológico de Deus, o qual está associado aos eventos finais.”[33]
“Os servos de Deus já possuem o selo espiritual do Espírito Santo, recebido quando de seu batismo em Cristo. Eles estão, portanto “em Cristo”. Mas, apenas após os servos de Deus dos últimos dias terem sido provados com respeito à marca da besta e encontrados leais até a morte, receberão eles dos anjos celestes o “selo” apocalíptico como marca da aprovação divina e escudo contra as forças da morte e da destruição.”[34] O selo representa a santidade do caráter.
Este selo a ser colocado na fronte dos “144 mil” tem o nome de Deus e do Cordeiro. O nome de Deus representa Seu caráter, descrito na Lei dos 10 mandamentos (Êxodo 33:19; 34:1-8; 20:1-17). Cada verdadeiro discípulo tem a Lei de Deus selada na mente e coração (Isaías 8:16; Hebreus 10:16). A propósito, “o selo da lei de Deus se encontra no quarto mandamento.”[35]
O sábado na crise final e o ataque de Satanás
Este selo/sinal também indica propriedade. “Lembre-se do dia de sábado, para o santificar. Seis dias você trabalhará e fará toda a sua obra, mas o sétimo dia é o sábado dedicado ao Senhor, seu Deus. Não faça nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem o seu filho, nem a sua filha, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu animal, nem o estrangeiro das suas portas para dentro. Porque em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há e, ao sétimo dia, descansou; por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou” (Êxodo 20:8-11).[36]
Somente este mandamento tem três elementos de um selo autêntico: (1) O nome Daquele a quem o selo pertence: “Senhor, seu Deus”; (2) Seu título: “Aquele que fez” – o Criador; (3) Seu território: “os céus e a Terra, o mar e tudo o que neles há”. “O sábado no coração da lei corresponde ao carimbo ou selo do suserano no centro dos antigos documentos de tratados.”[37] Santificar o sábado é respeitar a soberania do Criador (Êxodo 20:8-11; Isaías 58:13, 14; Ezequiel 20:12, 20; Apocalipse 11:19; 14:7, 12). Compare o final do mandamento com o apelo angélico.
“E adorem aquele que fez o céu, a terra, o mar e as fontes das águas” (Apocalipse 14:7). “O fato de o anjo enfatizar a adoração a Deus como Criador do céu e da Terra (verso 7) aponta inequivocamente para o negligenciado quarto mandamento da lei de Deus, o preceito do sábado do sétimo dia (Êxodo 20:8-11).”[38] Percebe por que Satanás ataca o sábado no conflito final em torno da adoração? “Os que querem ter o selo de Deus na testa precisam guardar o sábado do quarto mandamento”[39] e, rejeitar o sinal da besta (capítulos 13; 14:9-12).[40]
A volta de Jesus e a grande colheita final
Os “144 mil” são fiéis soldados do Rei Jesus em missão (Apocalipse 7:4-8; 14:1, 6-12). Pense na ordem unida, nas características dos “144 mil” e, pelo poder do Espírito Santo, seja um fiel soldado desse exército de remanescentes. Apocalipse 14:6-12 apresenta a missão e a mensagem dos “144 mil”. “Ela coincide com a obra de julgamento no Céu e resulta em uma obra de arrependimento e reforma na Terra. Todo crente é convidado a desempenhar uma parte nesse testemunho mundial (Daniel 7:9-14; Isaías 1:9; 11:11; Jeremias 23:3; Miquéias 2:12; 2 Coríntios 5:10; 1 Pedro 1:16-19; 4:17; 2 Pedro 3:10-14; Judas 3, 14; Apocalipse 12:17; 14:6-12; 18:1-4).”[41]
Logo, nosso Rei Jesus voltará para buscar Sua grande colheita de salvos (Apocalipse 14:14-20). Compartilhemos esta bendita esperança. “Temos de preparar-Lhe o caminho mediante o desempenho de nossa parte em preparar um povo para esse grande dia.”[42] Que pela graça de Deus, continuemos integrados em Cristo, fundamentados na Bíblia, e focados na missão!
[1]Salvo quando informado, os textos bíblicos deste artigo são da versão Nova Almeida Atualizada (NAA), 3ª ed. Barueri, SP: Sociedade Bíblica do Brasil, 2017.
[2]Para estudar sobre a ira de Deus ler: REIS, Emilson dos. A ira de Deus no mundo dos homens, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2017.
[3]WHITE, Ellen G. Testemunhos para a igreja, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, v. 6, p. 408. A seguir: Testemunhos para a igreja, v. 6.
[4]_______. O grande conflito, 43ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 589, 590. A seguir: O grande conflito.
[5]STEFANOVIC, Ranko. O apocalipse de João, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2019, p. 56. A seguir: O apocalipse de João.
[6]Comentário bíblico andrews, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2025, v. 4, p. 678. A seguir: Comentário bíblico andrews, v. 4.
[7]Para compreender as 70 semanas proféticas de graça para a nação de Israel ver: MAXWELL, C. Mervyn, Uma nova era segundo as profecias de Daniel, 2ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011, p. 203-278; DOUCKAN, Jacques B. Segredos de Daniel, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022, p. 139-162.
[8]WHITE, Ellen G. O Desejado de Todas as Nações, 22ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2013, p. 737, 738.
[9]LARONDELLE, Hans K. “Israel na profecia”, em O futuro: a visão adventista dos últimos acontecimentos, editado por Alberto R. Timm, Amin A. Rodor e Vanderlei Dorneles. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2004, p. 233. A seguir: LARONDELLE, O futuro.
[10]LARONDELLE, O futuro, p. 236.
[11]Comentário bíblico andrews, v. 4, p. 677.
[12]STEFANOVIC, Ranko. Revelação de Jesus Cristo, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2023, p. 270. A seguir: Revelação de Jesus Cristo.
[13]Ibidem, p. 271.
[14]NEALL, Beatrice S. “Os santos selados e a grande tribulação” em Estudos sobre o apocalipse, ed. por Frank B. Holbrook, 2ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2021, v. 6, p. 315. A seguir: Estudos sobre o apocalipse, v. 6. Ler também: TIMM, Alberto R. “Simbolização em miniatura e o princípio ‘dia-ano’ de interpretação profética”, em Revista Parousia, editado por Amin A. Rodor e Alberto R. Timm, (2º semestre 2004), p. 33-43.
[15]MUELLER, Ekkehardt. “Quem são os 144mil e a grande multidão?”, em Interpretando as escrituras, Gerhard Pfandl, org. 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2023, p. 352. A seguir: MUELLER, Interpretando as escrituras.
[16]Para estudar mais detidamente os temas da última geração, perfeccionismo, e a natureza humana de Cristo ler: MOSKALA, PECKHAM, God’s Character And The Last Generation, Nampa, Idaho: Pacific Press Publishing Association, 2018; RODOR, Amin A., MILLI, Adriani e FOLLIS, Rodrigo. orgs. Perfeccionismo, 1ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2016; RODOR, Amin A. org. A natureza de Cristo, 1ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2017.
[17]Bíblia thompson, Edição Contemporânea, Deerfield, FL: Editora Vida, 1990.
[18]Estudos sobre apocalipse, v. 6, p. 324.
[19]Ibidem, p. 323.
[20]Revelação de Jesus Cristo, p. 435.
[21]Estudos sobre apocalipse, v. 6, p. 325.
[22]Ibidem, p. 320, 321.
[23]WHITE, Ellen G. Eventos finais, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p.153. A seguir: Eventos finais.
[24]Para um estudo sobre o remanescente no tempo do fim ler: LARONDELLE, Hans K. “O Remanescente e as Três Mensagens Angélicas”, em Tratado de teologia adventista do sétimo dia, editado em inglês por Raoul Dederen, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2011, p.
949-987; WHITE, Ellen G. O grande conflito, p. 317-432; RODRÍGUEZ, Ángel M., ed. El remanente: el enfoque adventista, 1ª ed. Florida: Asociación Publicadora Interamericana, 2013; GOLDSTEIN, Clifford. El remanente: ¿realidad bíblica o ilusión sin base?, 1ª ed. Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 1994.
[25]MUELLER, Interpretando as escrituras, p. 352.
[26]Para um estudo mais detido sobre o dom de profecia entre o remanescente do tempo do fim, ver: TIMM, Alberto R. e ESMOND, Dwain N. Quando Deus fala, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2017, p. 291-499; READ, W. E. A Bíblia, o espírito de profecia e a igreja, 1ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2015; STENCEL, Renato, org., Espírito de profecia, 1ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2012.
[27]Manual da igreja, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2025, p. 178. A seguir: Manual da igreja.
[28]Nisto cremos, 10ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2022, p. 11.
[29]WHITE, Ellen G. Review and Herald, 20 de janeiro de 1903.
[30]Manual da igreja, p. 182.
[31]Nisto cremos, p. 216.
[32]Para um estudo sobre o tema da aliança ver: LARONDELLE, Hans K. Nosso Criador Redentor: Introdução à teologia bíblica da aliança, editado por Rodrigo Follis, 1ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2016; HASEL, Gerhard F. e HASEL, Michael G. Pacto eterno: aliança de Deus com a humanidade, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2021.
[33]MUELLER, Ekkehardt. “O Espírito Santo no Apocalipse de João”, em Pneumatologia, Pessoa e Obra do Espírito Santo, organizado por Reinaldo W. Siqueira e Alberto R. Timm, 1ª ed. Engenheiro Coelho, SP: Unaspress, 2017, p. 337.
[34]LARONDELLE, Hans K. Armagedom: o verdadeiro cenário da guerra final, Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004, p. 146.
[35]O grande conflito, p. 452.
[36]Para estudar mais sobre o mandamento do sábado do sétimo dia ver: TIMM, Alberto R. O sábado na Bíblia, 1ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2010; ANDREWS, J. N. História do sábado e do primeiro dia da semana, 1ª ed. Jasper, Oregon: Adventist Pioneer Library, (Apoio Centro de Pesquisas White do Brasil), 2018; STRAND, Kenneth A. “O Sábado”, em Tratado de teologia adventista do sétimo dia, 1ª ed. Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2021, p. 549-597. A seguir: Tratado de teologia adventista do sétimo dia.
[37]Estudos sobre apocalipse, v. 6, p. 303.
[38]Tratado de teologia adventista do sétimo dia, p. 969.
[39]Eventos finais, p. 126.
[40]Para um estudo sobre o sinal da besta ler: Comentário bíblico Andrews, v. 4, p. 700-714; Estudos sobre apocalipse, v. 6, p. 405-416; O apocalipse de joão, p. 75-89; Revelação de Jesus Cristo, p. 398-463; Segredos do apocalipse, p. 109-135; MAXWELL, Mervyn C. Uma nova era sobre as profecias do apocalipse, 3ª ed. Tatuí, São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 321-436.
[41]Manual da igreja, p. 182, 183.
[42]WHITE, Ellen G. Evangelismo, 3ª ed. Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2012, p. 219.



